Rubens Menin, investidor da SAF, e Sérgio Coelho, presidente da Associação, discutem as finanças do Galo. Detalhando aspectos da nova era do Atlético, abordaram a redução das dívidas, destacando a visão do presidente do conselho da Sociedade Anônima do Futebol e do presidente da Associação.

"Conforme destacado pela dupla em um vídeo compartilhado nesta quarta-feira (3) nas redes sociais, um dos pontos distintivos da SAF atleticana é a absorção integral das dívidas da associação, transformando-as em passivos gerenciáveis. Essa iniciativa visa impulsionar a sustentabilidade e ampliar a capacidade de investimento do clube."
“Em relação às dívidas, é interessante que a SAF absorveu todas. Mas tem um ponto que eu gostaria de destacar. Esta entrada inicial de R$ 900 milhões. Ela quitou algumas dívidas, sobraram algumas, só que agora elas são mais gerenciáveis. Elas terão taxas menores, alongamento de prazo, e que o Atlético com uma boa gestão e tendo superavit operacional, que é o objetivo da SAF, ele vai pagando num período relativamente curto, de três, quatro anos, talvez”, salientou Menin.
“Assim ficaremos com uma SAF ‘redondinha’, para que o Atlético possa investir e ter aquele espaço lá na frente entre as potências do futebol”, acrescentou.
Em uma breve intervenção, Sérgio Coelho enfatizou novamente que a estrutura de futebol amador do Atlético é a mais destacada no Brasil, fornecendo uma explicação detalhada.
“Gostaria de dizer sobre o valuation do Atlético. Foi de R$ 2,1 bilhões. Os três maiores clubes que fizeram recentemente SAF no Brasil, foram avaliados pelo mesmo valor, mas juntos. Por isso podemos dizer que o Atlético tem uma das melhores SAFs do futebol brasileiro”, finalizou.
0 Comentários